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Minas Gerais encerrou 2025 com o maior volume de exportações de sua série histórica, iniciada em 1997. Ao longo do ano, o estado comercializou US$ 45,7 bilhões em produtos no mercado internacional, resultado 8,6% superior ao registrado em 2024 e que reforça o peso da economia mineira no comércio exterior brasileiro.
O desempenho garantiu a Minas participação de 13% nas exportações nacionais e um superávit de US$ 27,3 bilhões na balança comercial, o segundo maior do país. Com esses números, o estado terminou o ano como o terceiro maior exportador do Brasil.
As importações também atingiram um patamar inédito. Em 2025, Minas Gerais importou US$ 18,3 bilhões, crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior. Com isso, o fluxo comercial total — soma de exportações e importações — chegou a US$ 64 bilhões, outro recorde e o terceiro maior volume entre os estados brasileiros, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
O crescimento das exportações foi impulsionado principalmente pela ampliação das vendas para mercados tradicionais. O Canadá liderou o aumento, com alta de US$ 775 milhões, equivalente a 72,2%. Na sequência aparecem China, Reino Unido, Alemanha e Argentina, todos com crescimento expressivo nas compras de produtos mineiros.
Entre os itens mais exportados, o minério de ferro e seus concentrados responderam por 26,7% do total, seguidos pelo café, com 24,7%. Ouro (7%), soja (6%) e ferro-ligas (5,5%) também tiveram participação relevante na pauta exportadora, refletindo a força dos setores mineral e agrícola do estado.
No recorte municipal, Varginha, no Sul de Minas, liderou o ranking de exportações em 2025, concentrando 7,9% das vendas externas. Em seguida aparecem Araxá e Nova Lima, ambos com 6,1%, Guaxupé, com 5,7%, e Paracatu, com 4,9%.
Do lado das importações, o destaque foi para bens industriais e insumos. Automóveis de passageiros representaram 3,8% do total importado, seguidos por partes de tratores e veículos especiais (3,1%) e produtos imunológicos (2,9%). Fertilizantes azotados, turbinas a gás, turborreatores e turbopropulsores também tiveram participação significativa.
Extrema foi o principal município importador do estado, concentrando 14,3% das compras internacionais, à frente de Betim (13,1%), Uberaba (9,3%), Belo Horizonte (5,7%) e Pouso Alegre (5,3%). A China foi o principal país de origem das importações mineiras, com 25,2% do total, seguida por Estados Unidos, Argentina, Itália e Alemanha.
Os resultados consolidam 2025 como um ano de expansão do comércio exterior mineiro, com impacto direto na geração de divisas, no fortalecimento da atividade econômica e na ampliação da presença de Minas Gerais nos principais mercados internacionais.
Da redação, Weber Gomes.
Reprodução: Agência Minas
Fonte: Agência Minas
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